sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Prefeitura de Camocim homologa relação de aprovados no concurso de 2012.


A Prefeitura Municipal de Camocim homologou a relação dos aprovados do último concurso no Diário Oficial do Estado. Acesse aqui e veja a relação completa dos aprovados.

Brasil: Para ministro, lei irá ajudar a melhorar escolas públicas


mercadanteMercadante defendeu a presença das universidades na elevação da qualidade do ensino médio do País. Ele anunciou Internet e tablets nas escolas em 2013
A Lei de Cotas, cuja regulamentação deve ser apresentada pelo Governo até no máximo esta quinta-feira, contribuirá para a melhoria do ensino das escolas públicas. Foi o que avaliou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao participar ontem da abertura do seminário Qualidade do Ensino Médio, promovido pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília. De acordo com o ministro, com maior possibilidade de ingresso na universidade, os estudantes e professores se empenharão mais para melhorar a qualidade do ensino. No entanto, Mercadante lembrou que as instituições do ensino superior terão de se esforçar para garantir o pleno acompanhamento desses estudantes.
O ministro defendeu a participação das universidades federais na elevação da qualidade do ensino médio do País. Para ele, a boa formação universitária do docente garante um melhor rendimento dentro da sala de aula: “A universidade agora terá que se dedicar mais à formação dos professores da rede pública. É um motivo a mais para trabalharmos juntos nesse processo”, disse.
Mercadante lembrou que, a partir de 2013, os mestres das escolas públicas deverão receber tablets com toda a bibliografia da fase escolar e as unidades de ensino precisarão ser equipadas com redes de Internet sem fio. Haverá ainda novos investimentos em formação inicial e continuada para professores, diretores e gestores.
Apesar das deficiências ainda existentes, é possível se observar uma evolução no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no período de 2005 a 2011, segundo o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, que também participou do evento. No ensino médio, o índice evoluiu de 3,4 para 3,7, atingindo a meta estipulada.
De acordo com o dirigente, o salto é ainda maior no ensino fundamental, cujo índice saltou de 3,8 para 5,0 no mesmo período. Para o presidente do Inep, isso pode significar que, no futuro, esses jovens contribuirão para um aumento no índice do ensino médio. “O Brasil está melhorando, estamos avançando e vamos avançar. A pergunta é: a que velocidade queremos isso? Tem que ser rápido”, concluiu.
A partir do dia 16 deste mês, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), vai discutir medidas de melhorias para o ensino médio, segundo o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Cesar Callegari. (das agências)

E agora
ENTENDA A NOTÍCIA
O decreto presidencial vai detalhar as regras e o cronograma de implementação do novo sistema de distribuição de vagas no sistema federal de ensino superior. As universidades e institutos federais terão 4 anos para implantar progressivamente o percentual de reserva de vagas.
Fonte: O Povo

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PROFESSOR DEFENDE SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO

O Brasil deveria ter um sistema nacional de educação, na opinião do filósofo e educador Dermeval Saviani, da Universidade de Campinas (Unicamp), durante audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), parte do ciclo Educação e Federalismo. Para isso, sugeriu Saviani, será necessário estabelecer uma rede de formação de professores (com base nas universidades públicas) e normas comuns a todo o país, com o objetivo de assegurar uma educação com o mesmo padrão de qualidade em todo o Brasil. — Hoje, municípios pobres oferecem uma educação pobre, municípios remediados oferecem uma educação remediada, e municípios ricos oferecem uma educação rica. Essas diferenças levam a desigualdades — afirmou. O novo sistema não seria do governo federal, mas sim da Federação, composta pelos estados, destacou Saviani. Ele disse que Argentina, Chile e Uruguai criaram os próprios sistemas nacionais de educação no final do século 19 e, com isso, resolveram o problema do analfabetismo e promoveram a universalização do ensino fundamental. O representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação ­(Undime), Luiz Valter de Lima, secretário de Educação de Camaçari (BA), observou que o regime de colaboração previsto pela Constituição para a educação — com distribuição de responsabilidades entre a União, os estados e os municípios — vem sendo implantado de forma desigual. — As próprias escolas estão divididas, como se houvesse escolas de grife. As municipais públicas não têm o mesmo prestígio das estaduais. As federais, por sua vez, têm maior prestígio — comparou. O professor criticou ainda a “discriminação absurda” contra os municípios na distribuição de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A educação infantil oferecida pelos municípios, afirmou, recebe um valor inferior ao oferecido para a educação fundamental. Carreira nacional O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que presidiu o debate, disse ter ficado ainda mais convicto da necessidade de federalização da educação. Para que isso aconteça, explicou, será necessário promover uma carreira nacional do magistério. A responsabilidade pela qualidade da construção e dos equipamentos de cada escola, que funcionaria em período integral, seria federal, em parceria com os municípios. E a gestão seria descentralizada, com liberdade pedagógica. — Em dois anos, podemos revolucionar a educação em 250 municípios. Em 20 anos, chegaríamos a todas as cidades do país— previu. Já Ana Amélia (PP-RS) disse considerar-se uma municipalista. A centralização, a seu ver, tem “vários problemas”. Para a senadora, a descentralização é mais democrática. 
Fonte: Jornal do Senado

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ATENÇÃO ASSOCIADOS: VEM AÍ A IX FESTA DA APEOC!

Caro Associado,
Com prazer anunciamos a nossa tradicional festa que será realizada no próximo dia 27 (sábado), no Lions Clube de Camocim, a partir das 20 horas. Estamos preparando tudo com muito carinho para receber os trabalhadores e as trabalhadores em Educação. Num ambiente familiar e com animação de primeiríssima qualidade com: Maestro Miguel & Banda Versátil e DJ Gil, nos alegraremos e prestaremos homenagens aos abnegados profissionais de nossas escolas públicas. Estamos lhe esperando. Será uma honra para nós recebê-lo! 



SENADO LIMITA NUMERO DE ALUNOS POR TURMA


As turmas de pré-escola e do 1º e do 2º ano do ensino fundamental da rede pública deverão ter no máximo 25 alunos. No caso das demais séries dessa etapa e do ensino médio, o limite é 35 estudantes.
A restrição está prevista em projeto de lei aprovado nesta terça-feira (16/10), pela Comissão de Educação do Senado.
O texto, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996), agora será analisado na Câmara dos Deputados. O autor do projeto, Humberto Costa (PT-PE), destacou que o elevado número de alunos por turma impede o acompanhamento e o aprendizado de cada estudante da rede pública.
Pelo texto aprovado na comissão, uma vez aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, a nova lei entrará em vigor em 1º de janeiro do ano subsequente ao da publicação no Diário Oficial da União. 
Fonte: Tribuna da Hahia

PROVA NACIONAL PARA SELEÇÃO DE DOCENTES COMEÇA EM 2013


A partir do ano que vem, estados, Distrito Federal e municípios deverão contar com um novo instrumento para selecionar professores para as redes de ensino. No segundo semestre de 2013, o MEC realizará a primeira edição da prova nacional de concurso para ingresso na carreira docente — a Prova Docente.
A participação dos professores na prova é voluntária, e os resultados poderão ser usados pelos estados e municípios nos processos de seleção de profissionais de magistério para a educação básica. O docente poderá se inscrever em quantos processos seletivos quiser, nas redes que aderirem à prova. A primeira edição deve ser restrita a professores de educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. A intenção do MEC é realizar o exame anualmente.
O processo é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e acompanhado por entidades como Undime, Consed, CNTE e Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped). No mês passado, foi realizado o primeiro pré-teste do exame.
Fonte: CNTE

CÂMARA APROVA 10% DO PIB PRA EDUCAÇÃO

Projeto segue para o Senado. Se for aprovado sem alterações, só precisará da sanção presidencial.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a aplicação até 2020 de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação. Atualmente esse percentual chega a 5%. A proposta inicial do governo era ampliar esse percentual para 7% ao longo dos próximos dez anos, mas um acordo entre governo e oposição garantiu apoio aos 10%.

Como foi votada em caráter conclusivo, a proposta não passará pelo plenário da Câmara e seguirá para análise no Senado. Se aprovada pelos senadores sem alterações de mérito, o texto vai para sanção presidencial.
O PNE é o conjunto de metas do Ministério da Educação (MEC) que define objetivos para todos os níveis de ensino brasileiro e deveria estar em vigor desde 2010. No entanto, o texto divulgado pelo MEC em dezembro de 2010, até hoje não foi aprovado pelo Congresso. A principal discussão gira em torno do investimento do PIB na educação. 
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, já se manifestou dizendo que o novo investimento será “uma tarefa política difícil de ser executada”. Segundo Mercadante, a medida implicaria em dobrar os recursos para a educação nos orçamentos das prefeituras, dos governos estaduais e do governo federal. "Equivale a colocar um MEC dentro do MEC, ou seja, tirar 85 bilhões de reais de outros ministérios para a educação", disse. Guido Mantega, ministro da Fazenda, também já se posicionou contra o investimento. "Com essa proposta, o Plano de Educação vai quebrar o estado brasileiro." 
Recentemente, a OCDE, organização que reúne nações desenvolvidas, divulgou um estudo que aponta que o Brasil foi o segundo país que mais aumentou a parcela do PIB investida em educação, atrás apenas da Rússia. Mais dinheiro, contudo, não foi suficiente para evitar que o país terminasse o período muito mal colocado no Pisa, avaliação internacional organizada pela própria OCDE.
Fonte: veja.abril

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PARABÉNS PROFESSOR


Camocim: Conheça os compromissos da Prefeita Eleita Monica Aguiar com a categoria


No dia 07 de outubro a candidata Monica Aguiar foi eleita prefeita municipal para governar Camocim pelos próximos 4 anos. No dia 22 de setembro a pedagoga concedeu entrevista a nossa Entidade e associados, no auditório do Instituto São José, firmando muitos compromissos com a categoria.






O Sindicato APEOC congratula a prefeita eleita Monica e seu Vice Zé Olavo, como a todos os vereadores que comporão o Legislativo municipal a partir de 2013. Que o próximo governo promova uma administração competente, transparente, participativa e voltada aos reais interesses de TODOS os camocinenses, sem distinções. E que a Educação e seus trabalhadores sejam firmes pilares da construção de um Camocim Melhor para TODOS.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

PISO DE DOCENTE TERÁ REAJUSTE MENOR EM 2013

Com queda na arrecadação, índice deve ficar abaixo de 10%, menos da metade do previsto no início deste ano. Queda reacende debate sobre mudanças na fórmula de cálculo, hoje atrelada a impostos que compõem o Fundeb

O reajuste do piso nacional do Professor em 2013 deverá ficar abaixo de 10%, menos da metade dos 21% previstos no início deste ano.

O número, que está sendo finalizado pelos ministérios da Fazenda e da Educação, é usado para corrigir o salário dos Docentes da rede pública que lecionam do Ensino infantil ao médio (Educação básica).

Diante do baixo crescimento da economia brasileira, técnicos do governo já admitem que a correção pode ser até inferior aos 7,86% registrados em 2010, o menor desde a definição do piso nacional, há quatro anos.

Fonte: Todos pela Educação

Renda dos(as) professores(as) em baixa!

Os últimos relatórios da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE e da Organização Internacional do Trabalho - OIT sobre investimentos educacionais, reforçam os contrassensos denunciados pela CNTE acerca de medidas em curso no Brasil, a exemplo da que sugere congelar o piso salarial nacional dos professores, seja através da aprovação do PL 3.776/2008, na Câmara dos Deputados, seja por meio do julgamento da nova ação direta de inconstitucionalidade movida por seis governadores de estados contra a lei do piso da categoria.
Ambas as análises internacionais revelam que os/as professores/as das redes públicas de educação básica do Brasil estão entre os profissionais com pior remuneração no mundo, percebendo quase 1/3 da renda de seus colegas europeus. Os cálculos da OCDE e da OIT também corroboram outros estudos e pesquisas nacionais, que mostram os profissionais da educação nas piores colocações em termos remuneratórios no país.

Outro dado chocante: os ganhos anuais dos/as professores/as das escolas públicas estão abaixo da renda per capita do país, e quanto mais anos de trabalho na rede de ensino e maior a qualificação profissional do/a professor/a, menor é sua renda em comparação a outros profissionais da iniciativa privada e do setor público. Ou seja: tudo conspira para uma evasão em massa do magistério!

A Pnad 2010 mostrou que a diferença entre a remuneração dos docentes em relação a outras categorias do país aumentou em relação a 2009, ano em que a atualização do piso salarial do magistério ficou próxima da inflação (7,86% contra 6,46%). Não obstante, o achatamento das carreiras profissionais, nos estados e municípios, tem impedido que a média remuneratória do magistério cresça em relação às demais profissões, sobretudo quando analisado o tempo de serviço (profissionais de nível superior com quinze anos de trabalho no magistério percebem remuneração abaixo da metade de outras categorias profissionais com mesmo nível de formação e tempo de serviço equivalente).

Diante desse tenebroso cenário, a OIT recomenda aos governos do Brasil (Federal, Estaduais, Distrital e Municipais) que valorizem o magistério, especialmente através de melhores salários, de condições de trabalho adequadas e de formação inicial e continuada de qualidade e gratuita. Em suma: o diagnóstico externo sobre a educação brasileira legitima a agenda social interna pela aplicação de 10% do PIB na educação, que é essencial para implantar a política de Custo Aluno Qualidade e para elevar a renda do magistério à luz da meta 17 do PNE.

Historicamente, em nosso país, estudantes e professores têm sido vítimas de um sistema educacional precário, que nega o direito à educação de qualidade por meio de fortes contenções orçamentárias, mas que, por outro lado, cobra resultados de “primeiro mundo” num patamar de investimento por aluno (per capita) que é 5 vezes menor que a média europeia. Um enorme contrassenso!!!

Esperamos que as advertências internacionais sobre a necessidade de se valorizar o magistério, e os demais profissionais da educação, ecoem no Executivo, no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal, para que todos eles cumpram com suas prerrogativas de defender uma política publica da mais alta importância para a promoção da cidadania e para o crescimento sustentável e inclusivo. Ao Executivo, reivindica-se a execução de políticas emanadas nas conferências de educação; ao Congresso, caberá aprovar o PNE e o mecanismo que mantenha ganho real ao piso salarial nacional do magistério; e, ao STF, espera-se a rejeição integral da Adin 4.848, que visa, anacronicamente, anular a valorização da categoria de forma equânime no país.

APEOC

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Mundo: Conheça exemplos de países que investem na qualificação do professor.


Especialistas citam lugares como Portugal, onde os docentes têm plano de carreira, o que ajuda a elevar o salário e o status dos profissionais

O Brasil avançou na universalização do ensino, mas ainda precisa investir, e muito, em qualidade. Dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de 2009, indicam que nem 35% dos alunos das séries avaliadas (5º e 9º ano do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio) possuem aprendizado adequado, seja em Língua Portuguesa seja em Matemática. É por essas e outras que em 2011 o país ficou em 88° lugar no ranking de educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Na lista, que tem 127 posições, o Brasil ficou atrás de Argentina, Chile, Equador e Bolívia.

No relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), divulgado em 2010, entre os 65 países analisados, o Brasil ocupava a 53ª posição. Mas, em que outras nações o Brasil poderia se inspirar para melhorar o sistema educacional? A professora Libânia Nacif Xavier, doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), cita o exemplo de Portugal, que tem um plano de carreira para professores, o que ajuda a elevar o salário e o status do profissional.

“Eles têm uma associação chamada Movimento da Escola Moderna, que reúne professores de todos os níveis de ensino para que troquem experiências. Depois eles voltam para a escola e aplicam o que acham interessante. Os alunos também produzem conhecimento, de forma organizada, em parceria com os docentes. O profissional procura a associação porque quer, porque vê valor no projeto. No final do semestre, eles mostram os trabalhos que fizeram com os alunos. Acho a ideia da cooperação muito interessante e inovadora, algo que poderia ser adotado no Brasil”, explica a professora.

A Finlândia é conhecida por estar sempre no topo das listas de avaliações internacionais de ensino, e uma das possíveis explicações para isso é o investimento na formação de professores. O título de mestrado é exigido inclusive para os educadores do Ensino Básico. Nos anos 70 foi realizada uma ampla reforma educacional, que colocou a qualificação dos docentes como uma das metas. Atualmente, a profissão é uma das mais disputadas (somente 10% dos candidatos são aprovados) e muitos estudantes desejam seguir a carreira. “A Finlândia é o crème de la crème da educação, mas o modelo é muito difícil de ser replicado. Outro país que têm um sistema educacional reconhecido é Cuba, onde os professores são treinados para aplicar um determinado currículo. Mas fazer isso em uma ilha é mais fácil, não é esse caleidoscópio que é o Brasil, com teorias educacionais díspares e onde não há uma definição clara do que o professor vai fazer na escola. É como formar um médico sem haver articulação com o sistema de saúde”, explica a professora Guiomar Namo de Melo, diretora da Escola Brasileira de Professores (Ebrape).

E o que dizer da China, que ficou em 1º lugar no relatório Pisa 2010? Para a professora Cleuza Repulho, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o trabalho que o país faz para tornar mais reconhecida a carreira docente é realmente sensacional, mas ela faz ressalvas: “Tenho restrições a citar a China porque lá a escola não é para todos, é para Pequim e Xangai. Na minha opinião, Cuba é um dos melhores exemplos de formação de professores. Quando o docente tem dificuldade, ele pode voltar para a universidade e mesmo deixar a sala de aula, se não dá conta do recado. Isso mostra que o sistema tem muita maturidade”, ressalta.

Carlos Artexes, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) do Rio de Janeiro e ex-diretor de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), participou em 2011 de um encontro para analisar experiências internacionais de carreira docente em diversos países, como Brasil, México, Estados Unidos, Canadá, Chile, Equador e Israel. Entre as conclusões a que o grupo de professores participantes chegou está a de que grandes reformas estruturais ou mudanças de currículo tendem a fracassar caso não se melhore o processo de ensino e aprendizagem. Para o grupo, é importante que o docente possa desenvolver suas habilidades (o magistério não deve ser a última opção), e que os jovens professores recebam atenção e apoio para melhorar seu desempenho.

Fonte: Undime

sábado, 6 de outubro de 2012

Mundo: Estudantes soterrados na China estão mortos


PEQUIM, 5 Out 2012 (AFP) -Os 18 alunos de uma escola primária atingida por um deslizamento de terra na quinta-feira no sudoeste da China estão mortos, informou nesta sexta a imprensa oficial chinesa.

As equipes de resgate encontraram nas primeiras horas desta sexta-feira o corpo do último aluno morto pelo deslizamento de terra, segundo a Rádio Nacional da China.

A avalanche de terra atingiu uma pequena escola e dois celeiros na cidade de Zhenhe, no distrito de Yiliang, província de Yunnan, onde um terremoto de 5,6 graus deixou 81 mortos no dia 7 de setembro passado.

O sudoeste da China é abalado com frequência por terremotos. Em maio de 2008, um tremor de 8 graus atingiu as províncias de Sichuan, Shaanxi e Gansu provinces, matando milhares de pessoas.

Fonte: Uol Notícias

Brasil: Dilma sanciona lei que prevê a construção de 6 mil escolas


Desde o lançamento do programa Brasil Carinhoso, em maio deste ano, o governo federal já retirou 2,8 milhões de crianças de até seis anos de idade da extrema pobreza. O resultado foi apresentado durante cerimônia de sanção da lei que institui o programa, nesta quarta-feira, 3, no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Entre as medidas propostas está a ampliação do acesso das crianças à creche e pré-escola.

"O Brasil dá um passo refinando cada vez mais a sua política social", afirmou a presidenta da República, Dilma Rousseff. "Se em cinco meses nós conseguimos esses resultados, iremos daqui para a frente acelerar a melhoria da situação daquela parcela mais vulnerável da população brasileira."

Criado pela Medida Provisória nº 570, de 14 de maio último, agora convertida em lei, o Brasil Carinhoso, que integra o Plano Brasil sem Miséria, é um conjunto de ações destinadas à assistência a famílias que têm crianças até seis anos de idade, por meio da melhoria da renda, da educação e da saúde. Até 2014, devem ser construídas 6 mil escolas de educação infantil para atender crianças até cinco anos de idade. Serão destinados recursos ainda para a aquisição de equipamentos e mobiliário.

De acordo com a nova lei, o programa Bolsa-Família será ampliado para garantir a famílias que tenham pelo menos uma criança com até seis anos renda mínima por pessoa superior a R$ 70 mensais. Além disso, o Brasil Carinhoso prevê a antecipação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) a municípios para obras de novas escolas e unidades de educação infantil.

As creches públicas ou conveniadas que tenham crianças atendidas pela Bolsa-Família contarão ainda com ampliação de 50% no repasse de recursos federais. A merenda escolar também terá investimento reforçado, com aumento de 66% no valor repassado por criança matriculada em creches públicas e conveniadas.

(MEC)

AÇÃO DOS ANUÊNIOS - ATENÇÃO ASSOCIADOS!

A Comissão Municipal do Sindicato APEOC informa a TODOS  os seus associados (professores, vigias, merendeiras, auxiliares, etc.) que já está recebendo a documentação para ingresso de ação na justiça para cobrança do Adicional Por Tempo de Serviço "ANUÊNIOS". 

Cópias simples de:
- RG
- CPF
- Termo de Posse
- Contracheque recente
- Comprovante de residência

Não percamos tempo! Traga seus documentos o quanto antes e compartilhe a informação com os demais companheiros associados.