sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Oficial: MEC anuncia reajuste do Piso do Magistério (2016)


Conforme havia sido informado na última reunião do Fórum permanente de acompanhamento e atualização do piso salarial nacional do magistério público da educação básica, instância composta por MEC, Consed, Undime e CNTE, o referido piso, em 2016, valerá R$ 2.135,64.
O reajuste deste ano foi definido novamente pelo critério estabelecido em Parecer da Advocacia Geral da União, de 2010, que leva em consideração a estimativa de crescimento percentual do valor mínimo do Fundeb, entre 2014 e 2015, extraídas das Portarias Interministeriais MEC/MF nº 8, de 5/11/15 e nº 19, de 27/12/13. Ambas podem ser consultadas no sítio eletrônico do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (http://www.fnde.gov.br).
Ao contrário de anos anteriores, em que o piso teve atualizações substanciais, em 2016, por consequência da inflação, o percentual de reajuste ficou próximo dos principais índices de reposição inflacionária (10,67% do IPCA e 11,27% do INPC). Ainda assim, pode-se dizer que houve ganho real.
Caso seja mantido o mesmo critério de reajuste em 2017, o percentual de atualização do piso deverá ser de 7,64%, com base no valor per capita do Fundeb estimado para 2016, à luz da Portaria Interministerial MEC/MF nº 11, de 30/12/15, que foi de R$ 2.739,87 (referente ao investimento mínimo per capita para os anos iniciais urbanos do ensino fundamental).
Diante desta perspectiva, e seguindo as discussões travadas em âmbito do Fórum de Acompanhamento do PSPN, com vistas a vincular os percentuais de reajuste do piso às receitas efetivas do Fundeb (e não propriamente ao custo aluno per capita), a CNTE chama a atenção da categoria para a necessidade desse debate garantir além da reposição inflacionária (coisa que o atual critério de reajuste não prevê), também ganhos reais com base no cumprimento da meta 17 do Plano Nacional de Educação.
Para 2016, a CNTE reitera a necessidade de os sindicatos promoverem amplo processo de mobilização para garantir a aplicação efetiva do reajuste do piso em todos os níveis dos planos de carreira. Isso porque, mesmo diante da crise fiscal, é preciso encontrar mecanismos para garantir a valorização dos profissionais da educação, sobretudo através de esforços na arrecadação dos tributos (sem promover isenções fiscais) e na aplicação das verbas conforme dispõe a legislação educacional, sem desvios ou desperdícios.
Aproveitamos, também, para reforçar a convocatória de nossos sindicatos e de toda sociedade para a Greve Nacional da Educação, a realizar-se entre 15 e 17 de março de 2016, momento em que a CNTE fará balanço nacional da aplicação do piso do magistério e das demais políticas públicas estabelecidas no PNE e nos planos subnacionais.
Fonte: CNTE

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A polêmica dos sábados letivos

         Vez por outra, o assunto sábado letivo volta à tona. Às vésperas de mais um início de ano letivo, não tem sido diferente. O entendimento do Sindicato APEOC permanece o mesmo: os sábados letivos deveriam ser DEFINITIVAMENTE retirados do calendário escolar. E o momento oportuno para planejar isso é o período que antecede cada ano letivo, quando, tanto a SME como as Unidades Escolares fazem seus planejamentos, ação que deve ser marcada por uma postura democrática, onde anseios e possibilidades de cada uma das partes são analisados, a fim de se deliberar o que é melhor para a educação.
         No município de Camocim, professores e servidores efetivos têm jornada semanal de 20 ou 40 horas de trabalho. Se a jornada for cumprida durante a semana (segunda a sexta-feira), o sábado letivo ultrapassa a jornada semanal do professor. Desta forma, caso não haja uma compensação em folga, ajustada entre as partes (SME/Escola e Trabalhador), a atividade profissional realizada no sábado deve ser considerada como ADICIONAL POR SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO, merecendo-se o devido pagamento, conforme previsto no Art. 78 do Estatuto do Servidor Municipal - Lei 537/93: "O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) em relação à hora normal de trabalho".
         Ao tomar posição contrária ao sábado letivo, o Sindicato não se opõe em momento algum à legislação vigente, que determina um mínimo de 200 dias letivos, conforme preceitua o artigo 24, I, da Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB). A responsabilidade no atendimento à carga horária mínima é do poder público (Secretarias de Educação/Escola), por ocasião do estabelecimento do calendário escolar, que deverá garantir ao aluno os dias letivos. A incumbência do docente de ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional, deve ser feita dentro da carga de trabalho do mesmo, conforme dispõe o Art. 67, V, também da LDB. Admitir jornada excessiva não remunerada ao trabalhador é o mesmo que admitir que o Poder Público possa se apropriar do suor do trabalhador em flagrante enriquecimento ilícito por parte do Estado.
         Olhando pelo viés pedagógico, também não faltam argumentos para combater tal prática, sobretudo em um tempo que se fala tanto de bom aproveitamento do tempo pedagógico. Verifica-se, por exemplo, que a frequência em tais momentos é baixa, o que implica em prejuízo para um considerável número dos alunos. Some-se a isso a falta de motivação que alcança tanto professores como alunos, já cansados por conta da jornada semanal. Isso afeta diretamente a qualidade das atividades desenvolvidas, transformando a carga horária letiva em um mero ritual, sem o devido aproveitamento.
         Percebendo o anseio da categoria em torno do assunto, foi protocolado ofício junto a SME Camocim, em 13/11/2015, solicitando a total retirada de sábados letivos do calendário escolar de 2016, acrescentando-se ainda que, em caso de extrema necessidade, a adoção extraordinária de algum sábado letivo seja remunerada com a devida compensação ao profissional, nos termos da legislação em vigor. Ainda não sabemos, porém, se o Calendário Escolar 2016 contemplará sábados letivos e nem sabemos também quais as diretrizes para os mesmos. Havendo a manutenção dos sábados letivos no calendário, retomamos as orientações que já foram dadas outrora:
1º Que o profissional atenda ao chamado de sua chefia. Assine o ponto e espere vir o valor extra em seu contracheque;
1º Caso não venha, nos procure para requerermos administrativamente o pagamento;
2º Caso não seja atendido o requerimento, provocaremos o Ministério Público para dirimir o transtorno junto à PMC;
3º Acionaremos o Judiciário, caso nenhuma das opções anteriores sejam bem sucedidas.

         Orientamos que os docentes, logo no retorno às Unidades Escolares (previsto para 18/01/2015), ponham em pauta esse assunto, recorrendo-se à sensibilidade dos gestores para que percebam o quanto é improdutiva e antipatizada tal prática. O nó não é tão difícil de ser desatado o quanto parece. Com diálogo, certamente pode-se chegar a um consenso. 
Sindicato APEOC - Camocim
Sempre alerta na defesa dos interesses da categoria

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Rede Estadual: Seduc recua e muda pontos polêmicos da portaria de lotação dos professores

Após muita pressão da categoria, liderada pelo Sindicato APEOC, a Secretaria da Educação do Estado recuou em pontos considerados polêmicos na portaria de lotação dos professores em 2016. As mudanças foram apresentadas na primeira rodada de negociação entre o Sindicato APEOC e um grupo de diretores escolares na tarde desta sexta (08). Segundo a própria Seduc, as alterações representam esclarecimentos, aperfeiçoamentos e retificações de pontos do documento. Após a audiência com os gestores, foi a vez de uma comissão formada por dez professores também tomar conhecimento das mudanças.
Veja as alterações:
- Professor Diretor de Turma (DT): o critério de limite de 2/3 foi alterado de forma a garantir, pelo menos, a mesma quantidade de Diretor de Turma de 2015, não reduzindo o número de professores no projeto. Os casos específicos, como por exemplo as escolas que terão aumento de turma este ano, serão analisados particularmente.
- Professor Coordenador de Área (PCA): a função do PCA foi substituída pela do Professor Coordenador de Estudos e Apoio ao Trabalho Docente (PCE), sem a vinculação por área de estudo. A distribuição por escola será de acordo com o número de docentes. A cada 20 professores, será lotado um PCE. O trabalho vai ser executado dentro das 40h de trabalho semanal, sendo lotado da mesma forma que os colegas. O Professor Coordenador de Estudos será remunerado por uma bolsa do Programa “Aprender pra Valer”. A Seduc informou que o valor será divulgado na próxima semana. O projeto será universalizado. Todas as escolas poderão adotá-lo usando como critério o número de professores.
- Laboratório de Informática: fica garantida a lotação de um professor regente (efetivo ou temporário) nos laboratórios de informática das escolas, um de 40h ou dois de 20h. A divisão da carga horária será feita da seguinte maneira*: 1. 20h – para regência de disciplinas ligadas à área e ofertadas no currículo escolar; 2. 7h - para oferta de cursos de extensão para professores, estudantes e comunidade; 3 – 13h – para planejamento. A Seduc vai oferecer modelos e referências de disciplinas que poderão ser seguidas pela escola para serem dadas nos laboratórios. O apoio logístico dos laboratórios será suprido por um monitor bolsista por turno, selecionado entre alunos da rede estadual, prioritariamente da mesma escola. O valor da bolsa não foi divulgado. Fica garantido que metade do tempo de funcionamento do laboratório será utilizado para práticas de outras disciplinas, como já vinha acontecendo. Nesse caso, o apoio será dado pelos monitores bolsistas.
*Exemplo para docente com lotação de 40h em laboratório de Informática. A divisão proporcional também vale para professores com carga horária de 20h.
- Laboratório de Ciências: a lotação desses ambientes será feita dos mesmos moldes do Laboratório de Informática. A única diferença é que as 7h da carga horária destinada a cursos de extensão serão destinadas exclusivamente à formação dos próprios professores das escolas. Outra diferença é que a Seduc não confirmou se vai ser possível manter um monitor bolsista nesses ambientes. A situação das escolas regulares que têm laboratórios de Matemática, Biologia, Física e Química vai ser resolvida de forma particular.
Avaliação do Sindicato APEOC
A direção do Sindicato APEOC avalia que a revisão da portaria foi uma conquista da luta dos trabalhadores da Educação, liderados pela representação sindical. As mudanças demonstram um recuo importante da Seduc e a valorização das funções de apoio pedagógico da escola defendida pelo sindicato. O presidente Anízio Melo destaca a garantia dos espaços de democracia no colegiado de gestores e professores, abertos desde o início das negociações. Segundo ele, a categoria vai continuar mobilizada para manter a avaliação da portaria nos segmentos específicos, como por exemplo os servidores dos Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), que têm nova audiência com a Seduc nesta segunda-feira, dia 11 de janeiro.
Educação Especial
O Sindicato reiterou a necessidade de criar um grupo de trabalho, formado pela Seduc e o Coletivo de Educação Especial e Inclusiva do Sindicato APEOC, com foco no processo da educação especial na perspectiva inclusiva para todo o Estado. O secretário Maurício Holanda concordou com a formação do grupo acreditando nos avanços que serão conquistados. O início do funcionamento do grupo de trabalho está previsto para janeiro de 2016.
Outras pautas
Desde o início da mesa de negociação com a Seduc, o Sindicato APEOC apresentou uma série de reivindicações importantes da categoria, que vão além das mudanças na portaria de lotação. Como por exemplo, a convocação dos reclassificados do último concurso público em 2013; a liberação dos processos de estabilidade e ascensão funcional e a publicação dos atos de progressão horizontal.
Nesta sexta (08), a direção do Sindicato APEOC voltou a cobrar o compromisso do secretário Maurício Holanda no atendimento dessas demandas. Ele encaminhou para o secretário adjunto, Armando Simões, o compromisso em deliberar sobre a pauta.
Fonte: www.apeoc.org.br

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Quando a SME Camocim garantirá a progressão do Magistério?

A progressão é a passagem do profissional do Magistério de uma referência para outra, imediatamente superior, dentro da mesma classe, obedecidos os critérios de merecimento, mediante avaliação de indicadores de desempenho e da capacidade potencial de trabalho. Entenda: a carreira do magistério municipal é organizada em duas classes (PEB I e PEB II), cada uma composta por dez referências, as quais estipulam o salário base de cada professor, com uma diferença de 2% entre uma referência e outra imediatamente seguinte.
Previsto pela Lei Municipal nº 1113/2010, dos artigos 24 ao 31, o benefício que deveria ser efetivado a partir de 1o de março de 2012, com intervalos a cada 3 (três) anos, é  uma das formas mais coerentes, no âmbito municipal, de valorização do professor. Infelizmente, tal política está estagnada. Com o advento do atual Plano de Cargo, Carreira e Remuneração do Grupo Ocupacional do Magistério, os professores tiveram o enquadramento automático no ano de 2011. Esperava-se, conforme dispõe o referido Plano, que os profissionais progredissem, a cada três anos, com base em avaliações de desempenho sistematicamente realizadas.
Muitos professores têm feito requerimentos pedindo a Secretaria Municipal de Educação, a concessão do benefício. Porém, não há manifestação alguma do Poder Público Municipal sobre o caso. É fato que os docentes tem sido avaliados rotineiramente nas unidades escolares, tanto por técnicos da SME como pelo apoio pedagógico das escolas. Daí surgem os questionamentos: Por que o Município ainda não efetivou a concessão das progressões dos professores? Por que as avaliações feitas rotineiramente no âmbito das escolas não têm sido aproveitadas para viabilizar a ascensão na carreira docente? Quando a SME irá garantir a progressão?
Em tempos em que a profissão do magistério ainda é tal desmerecida e marcada pela insatisfação, progredir na carreira passa para o servidor a ideia de valorização, podendo garantir que os melhores profissionais permaneçam nos quadros do magistério e, assim, os processos educacionais sejam desenvolvidos com satisfação e com a devida qualidade.
Boa referência para a atual gestão municipal são as atitudes da atual gestão estadual, que concedeu, no ano de 2015, as progressões de docentes e as promoções de muitos policiais. Isso é valorização do servidor! Nesse sentido, a aliança política poderia também repercutir em reprodução dos bons exemplos. Saldo há para isso (o pagamento dos abonos comprovam isso), o que, acrescido por um bom planejamento, garantiria que a lei fosse respeitada, e lei existe para ser cumprida.
Convém destacar que a luta histórica do Sindicato APEOC não é pelos famigerados abonos, perante os quais sempre tivemos uma posição crítica, pois muito melhor que abono é melhoria salarial, fruto de direitos adquiridos e que repercute em toda a vida futura do servidor. Os anseios da classe também não se esgotam no pagamento do piso do magistério. O profissional da educação quer (e merece) carreira e dignidade.

Sindicato APEOC - Camocim
“A gente não quer só o piso, a gente quer o piso, carreira e dignidade.”

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Prefeitura credita abono abaixo das expectativas.


A Prefeitura Municipal de Camocim efetuou, na manhã desta quarta-feira (06), o crédito na conta dos professores municipais relativo ao rateio dos recursos do FUNDEB/2015. O valor corresponde a 50% da média anual dos salários que o profissional tiver recebido ao longo de 2015, sem descontos de impostos e contribuições. Certamente, o valor efetuado está aquém do que a categoria esperava, pois a soma de recursos aportados nos cofres municipais vindos do FNDE indicava que o ano de 2015 poderia ser um ano de maior valorização para os profissionais do magistério - o que não se concretizou.

A decepção vem acompanhada da certeza de que tanto os vereadores, como o Conselho do FUNDEB (que têm acesso às contas) precisam ser mais atuantes no acompanhamento da gestão dos milhões e milhões de recursos recebidos pela prefeitura. O cidadão espera mais transparência e maior participação social!

Em janeiro/2015, o município concedeu dois anuênios e reajustou o valor do piso, mas não avançou em ações que poderiam ser efetivadas, tais como a progressão dos docentes (totalmente estagnada), reajuste do valor das gratificações dos cargos comissionados (congeladas desde abril/2012), e ainda a falta de reajuste de servidores que recebem acima do salário mínimo (agente administrativo). Os saldos indicam que isso era possível!

A Comissão Municipal do Sindicato APEOC permanece à disposição do Poder Executivo, como sempre esteve, para discutir, periodicamente e de modo responsável, como poderemos avançar mais na política de valorização dos profissionais da educação, passando para a categoria um senso de maior satisfação, o que pode implicar em melhoria dos processos educacionais.

 Sindicato APEOC - Camocim
A luta não para em defesa da educação e de seus profissionais!

Rede Estadual: Negociação sobre portaria de lotação entre Seduc e Sindicato APEOC continua nesta quarta (06) e quinta (07)

Depois de mais de quatro horas de discussão, a audiência entre a direção do Sindicato Apeoc e a Seduc sobre a portaria de lotação dos professores da rede estadual terminou com a garantia de que a negociação sobre o tema vai continuar ao longo da semana. Após a audiência, a direção do Sindicato conversou com os professores que estavam mobilizados na Seduc.
Está confirmada para esta quarta-feira (06), às 13h, a audiência para discutir os impactos da portaria de lotação nas escolas regulares e profissionalizantes com a presença dos professores/gestores, direção do Sindicato APEOC e Seduc. Após esse encontro, será a vez da Secretaria ouvir os gestores dos Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA). As unidades sofreram os efeitos mais negativos da portaria de lotação. 
Todas as audiências vão ser acompanhadas pela direção do Sindicato APEOC. A ideia é ouvir a base para abrir um debate e tentar reformular alguns pontos polêmicos da portaria. Este e outros assuntos também serão assunto de discussão com a categoria nas assembleias gerais.
Entenda o caso
A portaria N° 1.169/2015 – GAB, da Secretaria da Educação do Estado, que regulamenta o processo de lotação de professores na rede estadual de ensino, foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 30 de dezembro de 2015, em pleno recesso de fim de ano. O documento propõe uma série de mudanças no processo de lotação. Entre os principais pontos de críticas à nova portaria estão o corte dos PCA´s (Professores Coordenadores de Área); a redução drástica dos professores lotados nos Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA); a inviabilidade de funcionamento dos laboratórios de Informática e Ciências, que não terão professores lotados; além do processo de produção do documento, que não levou em conta à participação e consulta da categoria. Para a direção do sindicato, a portaria vai provocar a remoção e deslocamento de muitos professores, principalmente no interior do estado, obrigando inclusive mudança de domicílio.
Para reformular a proposta, o Sindicato APEOC exige a suspensão temporária da aplicação da portaria de lotação até que os pontos possam ser negociados e revistos com consulta à categoria, principalmente os gestores e professores das escolas.
As alternativas apontadas pelo Sindicato APEOC para minimizar os efeitos da portaria são possibilitar a lotação de efetivos em carências temporárias de professores em função de diretor, coordenador e diretores em crede´s; lotação de efetivos em escolas profissionalizantes, sem seleção; garantia de funcionamento dos ambientes de apoio pedagógico.
Outros pontos da pauta
Sobre a Revisão Geral dos Servidores, o Sindicato APEOC afirma que não abre mão do reajuste de recomposição da inflação, previsto para incidir sobre a remuneração dos servidores em 1° de janeiro. Já o secretário Maurício Holanda foi enfático em dizer que não ouviu do Governo nenhuma notícia sobre o não pagamento da Revisão. Para ele, o Executivo está só esperando uma melhora do cenário econômico nacional. Anízio Melo quer uma posição oficial do chefe do Executivo porque até agora não há uma determinação a respeito do cumprimento da lei e do pagamento da Revisão. Está marcada uma reunião para a primeira quinzena de janeiro entre o Sindicato APEOC e o secretário de Relações Institucionais do Estado, Nelson Martins, de preparação para a audiência com o governador Camilo Santana, ainda sem data marcada.
Em relação à atualização da Tabela de Remuneração dos Funcionários, ficou acertado que a negociação entre a Seduc e o Sindicato APEOC será retomada, através do trabalho de um grupo técnico específico.
Durante a audiência também foi discutido o atraso da publicação dos processos de estabilidade e ascensão funcional. Segundo a Seduc, seis processos coletivos de ascensão funcional, que tinham retornado à Educação, vão ser devolvidos à Seplag com previsão de pagamento para março, retroativo à data do requerimento, como determina da Lei da Descompressão. Já os processos de estabilidade estão na Seplag aguardando liberação.
Fonte: www.apeoc.org.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

No apagar das luzes (31/12/2015), FNDE credita mais uma complementação da União aos recursos do FUNDEB


Ao final do ano de 2015, foi creditado nas contas correntes de estados e municípios beneficiários, a 12ª parcela de 2015 da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). Conforme a lei que instituiu o FUNDEB, a União transfere recursos aos estados e respectivos municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido a cada ano – em 2015 esse valor foi de R$ 2.545,31. Os Estados contemplados foram: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Pelo menos 60% dos recursos devem ser usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais. O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, o pagamento de outros profissionais ligados à educação, bem como a aquisição de equipamentos e a construção de escolas.

No caso específico do município de Camocim, foi creditado no dia 31/12/2015, como complementação da União ao FUNDEB, o valor de R$ 634.806,74. Somente no mês de dezembro, os recursos do FUNDEB nas contas do município de Camocim atingiram a marca de R$ 3.091.820,29.

Com o aporte desses últimos valores, Camocim recebeu, alusivos ao FUNDEB em 2015, segundo o portal da Secretaria do Tesouro Nacional, R$ 37.703.973,32, superando em quase 4 milhões de reais (R$ 3.963,876,99 a mais) o total creditado no ano de 2014 .

As previsões foram superadas, o que alimenta ainda mais as expectativas por pagamento de abono aos docentes nos próximos dias. Recentemente, a Prefeita Monica Aguiar anunciou em entrevista na FM Meio Norte o pagamento de um abono, sem, contudo, precisar valores e datas. E já que há saldo, que o professor receba o que lhe é de direito.

Bom é saber que o FUNDEB não tem sido afetado pelas alardeadas crises, e que se percebem condições financeiras para se avançar de forma mais concreta e coerente em uma política de valorização do magistério.

Fontes: Site do FNDE e Portal da Secretaria do Tesouro Nacional

Sindicato APEOC - Camocim
Sempre alerta na defesa dos interesses da categoria

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Aniversariantes do Mês - Janeiro/2016


Parabéns a todos (as) associados (as) de nossa entidade que aniversariam neste mês!
Desejamos a todos, felicidades, saúde e muitos anos de vida.
Que sempre vivam semeando bondade e colhendo paz, sob a bênção de Deus

01/01/2016                                                      
Carina Nunes dos Santos - Professora
Edith Monteiro de Almeida Araújo - Merendeira
Idelbrando dos Santos Carvalho - Vigia
Jânia Honório de Sousa - Professora
Luciene Araújo de Mesquita Paixão - Professora
Maria Márcia Sousa da Silva - Professora
02/01/2016                                                      
Francisco Evaldo Moraes de Lima - Vigia
José Wilson Araújo Pereira - Vigia
Olivanda Vieira de Sousa - Professora
Raymundo Nonato da Silveira Neto - Professor
03/01/2016                                                      
Antonia Linhares da Silva - Professora
Luiz Carlos Feitosa - Professor
Maria Deuzimar da Silva - Auxiliar Serv. Gerais
04/01/2016                                                      
Edinalva Alves de Pinho - Professora
Emília Alves da Paz - Professora
Lusienne Santos da Cunha - Professora
Maria Alves da Rocha - Auxiliar Serv. Gerais
Maria do Socorro Viana - Professora
05/01/2016                                                      
Ivânia da Silva Lima - Professora
José Aurélio dos Santos do Nascimento - Vigia
06/01/2016                                                      
Francinete Araújo Borge - Auxiliar Serv. Gerais
07/01/2016                                                      
Aparecida Cordeiro da Silva - Auxiliar Serv. Gerais
Francisca Isaias de Carvalho Costa - Professora
Maria das Dores Alexandre Cunha - Professora
Rozemeira Bento de Araújo - Professora
08/01/2016                                                      
Francisca Diana Gomes Moreira - Professora
Maria Ângela Fontenele - Sócia Estadual
09/01/2016______________________________
Eudivan Lopes Teixeira - Professor
Maria Irismar de Araújo Oliveira - Auxiliar Serv. Gerais
Miriam Ferreira Dourado - Merendeira
10/01/2016                                                      
Francisca Claudia da Silva Pereira - Merendeira
Vera Maria Aguiar Trévia - Professora
11/01/2016                                                                  
Edmilson da Conceição - Vigia
Elenilda dos Reis Cavalcante - Professora
12/01/2016                                                      
Ana Maria de Brito Carneiro - Professora
José Mauricio Sobrinho Coelho - Professora
Maria Rita dos Reis Rocha - Merendeira
13/01/2016                                                      
Cícero Bezerra da Costa - Vigia
Lúcia Maria Teles Veras - Auxiliar Serv. Gerais
Maria Lucia de Almeida Veras - Professora
Raimunda de Sousa Monteiro - Professora
Rânia Alexandrino Vasconcelos - Professora
Rosiane Bento de Araújo - Professora
Sinara Cavalcante da Costa - Professora
14/01/2016                                                      
Maria do Livramento Carvalho - Professora
15/01/2016                                                      
Maria Helena de Sousa - Professora
Marilene Ferreira de Araújo - Professora
16/01/2016                                                      
Geíza Sipaúba Rocha da Silva - Professora
Maria Claudia Almeida Tabosa - Professora
Maria Ferreira da Silva - Auxiliar Serv. Gerais
17/01/2016                                                      
Antonio Castro - Vigia
Antonio Vitorino Domingos Pessoa - Vigia
Maria de Fátima da Silva - Merendeira
Maria Edith Paixão - Professora
Maria Odete Pereira - Merendeira
Maria Siqueira Fontenele - Professora
18/01/2016                                                      
Francisca Celma de Araújo Costa - Professora
Jane Mendes Bento - Auxiliar Hig. Bucal
José Ricardo Batista Silva - Professor
Osneide Sousa da Silva Lopes - Professora
19/01/2016                                                      
Francisco Anailton da Silva - Professor
João Jacinto Pereira Filho - Professor
José Ribamar Barbosa Xavier - Auxiliar Serv. Gerais
Maria Pereira de Carvalho - Professora
Rosa Alves Lustosa - Professora
Rosa Ângela Rios Carneiro - Sócia Estadual
20/01/2016                                                      
Marto Sebastião Araújo Silva - Auxiliar Serv. Gerais
Raimundo Itamar de Oliveira Araújo - Auxiliar Serv. Gerais
Sebastiana Guilhermina de Carvalho - Professora
Sebastião Edson Serrão Lima - Vigia
21/01/2016                                                      
Francisca das Chagas de Oliveira - Professora
Leocádia Magalhães Ferreira - Professora
Nilza Silva Brandão - Auxiliar Hig. Bucal
22/01/2016                                                      
Eleni de Araújo Monteiro - Merendeira
Salvelina Rosendo da Cruz - Professora
23/01/2016                                                      
Maria Silezia Vasconcelos da Silva - Professora
24/01/2016                                                      
Iris Jeannita Alves de Sousa - Professora
25/01/2016                                                      
Everlâne do Nascimento Galvão de Brito - Professora
Paulo Sérgio Alves - Professor
Raimundo Terto Leandro Neto - Vigia
Vandecarlos Alves da Rocha - Agente Administrativo
27/01/2016                                                      
Fátima Alves da Paz - Professora
Francisca Dária de Araújo Carvalho - Professora
Ismael Farias dos Santos - Vigia
José da Costa Sotero - Vigia
Marcilene Marciano Pereira Roques - Professora
Maria de Fátima Rodrigues Sousa - Merendeira
28/01/2016                                                      
Elia de Sousa Siebra - Professora
Maria Salete de Brito Araújo - Professora
29/11/2016                                                      
Antonio Ferreira Passos - Professor
Francisca Maria de Souza - Merendeira
30/01/2016                                                      
Letícia Nascimento de Castro - Professora
Maria Aparecida de Souza - Agente Administrativo
Maria Aparecida de Souza - Auxiliar Serv. Gerais
31/01/2016                                                      
Antonio Alves Lustoza Carvalho - Professor
Glaucia Maria Trévia Soares - Merendeira
Rejane Gomes do Nascimento - Professora